No primeiro erro alheio, o homem enterrava as pessoas no terreno do seu rancor. Todos ainda vivos desistiam, deixavam-se soterrar e morriam. Mas houve uma errante que o amava, e mesmo soterrada pelas mãos dele, ela fez-se semente. Ao brotar, renasceu ela no coveiro, e mesmo no chão seco e sem vida do rancor ele fez-se jardineiro, pois ele não podia desistir daquela que não desistiu dele.

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